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quarta-feira, 23 de julho de 2008

God of War 3 - teaser HD !

Algumas vezes, temos que dar migalhas aos pombos!

!!!FANTASTIC !!!



Fonte: gamevideos.com

Até

sábado, 28 de junho de 2008

Spore - Criador de Criaturas


No dia 17 de junho a Maxis lançou uma parte do seu novo jogo: Spore. O mais-que-gênio Will Wright acertou de novo, fazendo um jogo no mínimo original (e no máximo incrível).



O vídeo acima é de uma criatura feita por mim no "Criador de Criaturas do Spore", que pode ser baixado gratuitamente no site do jogo.

Mesmo com as limitações de uma versão demo, o criador de criaturas permite um número absurdo de variações. Não é a toa que em um semana mais de um milhão de criaturas foram geradas e compartilhadas na rede!

Recomendo que baixem e confiram!! O jogo promete ser tudo isso e mais!

*O vídeo do YouTube é gerado automaticamente pelo programa!


fonte: Spore

domingo, 8 de junho de 2008

Metal Gear Solid 4 Video Comparativo 2006 vs 2008

De 2006 pra cá, muito se discutiu sobre os vídeos liberados pela Konami do próximo jogo da franquia MGS a ser lançado, Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, enquanto muitos acreditavam que os videos mostrados não ilustravam a realidade do jogo e tudo não passava de uma grande jogada de marketing da Sony outros como eu acreditavam que Hideo Kojima e sua equipe tinham conseguido extrair o máximo do PS3 para criar com perfeição o jogo mais esperado da serie, até que uma declaração do próprio Kojima acabou com todas as esperanças dos fãs, ao dizer que só conseguiu fazer 1/10 do que pretendia fazer devido aos problemas com a programação do PS3 e o tamanho do Blu-Ray Dual Layer (50Gb).

No entanto duas noticias deixaram esse nerd que vos fala muito feliz, a primeira foi o 9.9 dado pela IGN do Reino Unido e esse vídeo que a IGN compilou e publicou sexta-feira(6/6) com o comparativo do trailer original exibido durante a E3 de 2006 e a versão finalizada do jogo, e pelo que pareceu se isso é só 1/10 do que ele gostaria de fazer, imaginem se ele consegue fazer tudo o que queria.


Enjoy.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Prêmio Nobel de Medicina, ai vou eu!

Olá Cambada! Que tal receber um Prêmio Nobel de Medicina? Que tal fazer isso através de um joguinho de computador?

O lance é o seguinte, nego transformou um dos maiores desafios da medicina atual em um jogo chamado "FOLDIT", onde o objetivo é descobrir como se dá o processo de dobramento das proteínas. Esse processo é vital para entender certos funcionamentos do Corpo Humano. De acordo com os pesquisadores, os supercomputadores conseguem calcular todos os formatos possíveis de uma proteína, mas quando o calculo é sobre todas as proteínas, nem que todos os computadores do mundo fossem ligados só para isso, conseguiríamos calcular neste século.
A ideia é a seguinte, deixar que a cabeça funcione e usar formas lógicas e intuitivas, coisa que o CPU não usa para chegar a estas dobras. De acordo com David Baker, um dos criadores do jogo,

"As pessoas, usando a sua intuição, poderão ser capazes de encontrar o caminho para a resposta correta muito mais rapidamente", afirma.

Acho que essa é uma daquelas ideias que vão abrir novas frentes de pensamento sobre a utilização dos jogos. Esse é um daqueles atos que permitirá que a tecnologia e o esforço comunitário se unam para chegar à um objetivo comum. Espero que essa atitude sirva de exemplo para milhares de outras pesquisas e ideias. Penso que se seguirmos esse caminho, as guerras serão disputadas dentro de um mapa de Day of Defeat(DOD). E não teremos mais mortos e sim, somente sim, derrotados e vitoriosos. Que maravilha, não?


Para entrar no jogo clique aqui, aqui ou aqui


Até

sexta-feira, 16 de maio de 2008

No Olho de Quem?

É com feliz felicidade que vos apresentamos nosso primeiro quiz:
¹ escreva as respostas nas caixas abaixo das fotos
² se você não souber alguma das respostas não nos escreva
³ você não ganha nada por acertar tudo (só um parabéns do seu ego)



quarta-feira, 14 de maio de 2008

Rainbow Six: Vegas 2


A Ubisoft se superou com o mais novo título de Clancy, o Vegas 2. Apresentando gráficos bem melhores e jogabilidade um pouco superior ao primeiro. A saga continua após o não-fim propriamente dito do Vegas 1 e dessa vez não estamos na pele de Logan, mas sim do carinha que você criar. Porém a matança de terroristas continua a mesma (com a I.A aprimorada). Dentre as melhorias encontra-se o processo de "customizar" seu personagem (Além das armas; equipamentos, roupagem e aspectos físicos) e também bem legal é o sistema A.C.E.S, que permite que você "upe" de acordo com seus feitos ao longo do jogo.
O modo cooperativo está mais uma vez maravilhoso, permitindo diversão para nerds de todos os tipos e tamanhos.

Gameplay


Demonstração "A.C.E.S"

sexta-feira, 9 de maio de 2008

GTA IV - cOOl vids

Nerds de plantão, venho por meio deste oferecer subsídios aos colegas para que julguem o mais novo jogo do ano (desbancando títulos majestosos, como Halo 3, C.o.Duty 4 e o tal de Mário Gaylaxy ¬¬). Nem todos concordam com o título de "Game of the year", mas Niko Bellic veio forte e realmente vendeu para "*%#*%" fazendo a Rockstar mais que milhonária, mais do que qualquer Rock-star. =)

Se comparando aos melhores jogos 2007 ~ 2008, GTA IV, além da diversão louca (pegue uma Ak e mate 25 pedestres sem motivo algum), oferece um gameplay mais próximo à realidade (tente matar 25 pedestres sem que a polícia te mate ou lhe renda, ou tente bater a 150 km/h sem voar pelo parabrisa). Claro que o jogo contém seus erros e irrealidades, mas vale a pena conferir.

Vejam por vocês mesmos...

Se dirigir igual à um vovô à 100 por hora dá nisso...


Dirigindo doido...


Sistema Shooter (pra mim um dos pequenos problemas do jogo está nessa jogabilidade)


Perseguição a lá Exterminador 2 - Dificilmente vemos um vídeo de alguém que joga BEM!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Fotos do "Hell boy: The Science of Evil"



E ai mulambada! Ai, tava rodando na net e vi algumas fotos do jogo do Vermelhão; "Hellboy: The Science of Evil". Adoro repetir o título dos posts nos próprios posts, não fica nem um pouco repetitivo.
























O jogo será no estilo Conan e God of War, onde você poderá jogar com um amiguinho, no modo cooperativo, contra as forças inimigas. Legal é que, com isso não ficamos restritos a jogar só com o Hell, mas com os outros monstrinhos da bagaça o Abe Sapien e a Liz Sherman. O lançamento tá previsto para dia 24 de julho no XBOX 360 e no PS3 (Ps3 pra que, né? Quem joga isso? Ou melhor, o que é isso?).


Até


sexta-feira, 25 de abril de 2008

GTA IV

Fala Macacada! Ai, tava dando uma olhada no Barba Negra, e o cabra já trouxe do Caribe o GTA IV para 360. Fiquei bobo com a velocidade. Isso é que é industria alternativa de games, competente.

Só para lembrar que, a data de lançamento do jogo é para dia 29 de abril.

Dale Barba!!!


Até

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Spider-Man : Web of Shadows

A Activision anunciou a produção de um novo game baseado no super-herói Homem-Aranha. Batizado de "Web of Shadows", o título faz supor que seja do mesmo estilo dos principais jogos do herói até agora.

Segundo o site IGN, o game terá uma estrutura similar aos antecessores, no qual o jogador explora o mapa de Nova York, saltando entre prédios ou usando as teias para praticamente voar entre os arranha-céus da cidade.

O herói também possui uma série de poderes que vão sendo liberados gradativamente, além de golpes de luta. O game, agora, enfatiza os combates aéreos, mas ainda deve haver lutas em terra firme.

A companhia também pretende dar mais liberdade ao jogador, permitindo que seja um herói solícito e altruísta, ou um egocêntrico que faz apenas as missões que interessam. Outros heróis e vilões aparecem na trama, e o "amigo da vizinhança" pode até trocar de lado. O enredo traz uma Nova York destruída, e a ameaça parece ser um simbionte vindo do espaço. Por ora, detalhes da história ainda não foram revelados.

"Spider-Man: Web of Shadows" está previsto para PC, Xbox 360, PlayStation 3, Wii, PlayStation 2, PSP e Nintendo DS. Por enquanto, ainda não há uma data de lançamento estipulada.






terça-feira, 22 de abril de 2008

Call Of Duty 4




Desenvolvedor:Infinity Ward
Distribuidor:Activision
Gênero: FPS
Lançamento: 05 de novembro de 2007
Faixa etária:Inadequado para boiolas e menores de 18 anos


Ao contrário de toda a série, Call of Duty 4: Modern Warfare se passa nos tempos modernos, o jogo não retrata mais os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, mas principalmente, cenários da Rússia e do Oriente Médio, nos quais o jogador assumindo o papel de militares da Força Especial britância SAS e da Force Recon, as Forças Especiais da Marinha dos EUA.Apesar do fundo histórico ser outro, Modern Warfare mantém o mesmo ritmo de ação acelerado que consagrou a franquia, porém jogabilidade muito superior. Colocando o jogador em missões em que se controla as armas do avião de ataque AC-130, e os helicópteros Blackhawk e H1 Super Cobra, além dos mais variados veículos terrestres de guerra.
Como o jogo se passa em novo cenário, os fãs dispõem de um arsenal moderno, entre os quais se destacam lança-granadas, sub-metralhadoras, mísseis guiados, rifles de assalto e pistolas automáticas, além das "facas solano" sempre presentes nos FPSs. Modern Warfare se destaca como um dos shooters mais esperados da nova geração, apresentando gráficos que levam ao máximo as capacidades de hardware de cada console, com cenários e modelos de personagens realistas e uma jogabilidade muito boa , principalmente, nos momentos de maior ação.

1º mapa do Single player, uma pequena demonstração nos detalhes:



Meu review pessoal é que é um dos melhores FPSs já feitos, batendo de frente com grandes títulos de 2008. Me prendeu do início ao fim por ser muito bem feito em todos os sentidos e ser um jogo que te trás bastante desafios pessoais por ser difícil e tudo mais.
A única crítica seria na parte dos respawn de inimigos que as vezes parece ser por Checkpoints (Aparecem soldados quando se chega em um certo ponto e ao mesmo tempo param de vir soldados quando se chega a certos pontos). Mas não é nada que atrapalhe no jogo em si; se torna mais difícil, pois tem que ir a algum lugar pelo tiroteio frenético derrubando todo mundo ou limpar a área de algum ponto e seguir em frente sempre atento.
A idéia e lhe passar um ambiente de guerra constante e tenso. Funcionou muito bem. \o/

Dá uma olhada nessa fase, pra quem gosta de Sniper…Só o comecinho =D

domingo, 20 de abril de 2008

Brütal Legend


Eita...quase deixo passar esta! Todos sabem que sou o blogueiro mais atrasado de toda a web. A novidade, que não é lá tanta novidade assim, é o novo jogo do "Tim Schafer", criador do "Full Throttle" e "Day of the tentacle". Junto com Jack Black, que interpretará "Eddie Riggs"(Iron Maiden, pegou a brincadeira?), chega em 2008 o jogo de aventura mais aguardado pelos fãs do estilo, "Brütal Legend".

Pintou dúvida? Não sabe se o estilo é "Brütal Legend" ou o estilo é aventura e o jogo é o "Brütal Legend"? O que você acha? Quer tudo explicadinho na mãozinha, fatiadinho? Tu é daqueles que pede pizza à francesa no restaurante?... Continua a ler e pára de encher. Arranja confusão por tudo, fala sério!

O lance é o seguinte, Eddie Riggs é um auxiliar de banda, carregador de cabos e coisas do gênero, que tem um machado, uma guitarra e algum motivo que desconheço para matar criaturas demoníacas. Mas o fato de serem demoníacas significa que elas têm que ser mortas? E se elas forem boas? Se neste mundo criado por "Schafer" a palavra demoníaca tiver uma nova interpretação? Será que estariamos jogando com o vilão? O jogo rola na Era do Metal e traz Riggs na liderança do exército da humanidade contra os inimigos.

Depois desta linguiça que preenchi com restos de nada com coisa alguma, vamos ao vídeo do jogo!



Ah, não deixe de entrar no site do jogo (clique aqui para isso) e girar a bolinha de rolagem do mouse. Veja o que acontece, é demais! Deixe o som ligado.

O jogo promete uma incrível trilha sonora. Como não?!

Via: uol

Até

sábado, 19 de abril de 2008

Army of Two


"Infidel" !!! Como vão? Aí galera... nesta semana, meu sogrão chegou aqui em poeirolândia e juntos compramos "Army of Two", para o 360, no Barba negra. Nossa, foi super divertido, tomamos sorvete, rimos e tivemos uma tarde agradável! Porra... Foco, cacete. Viramos o jogo em 3 dias. Um dos melhores jogos "split-screen" que já joguei! Splinter-Cell é jogo de mulherzinha perto de "AOT". É como se o Capitão Nascimento tivesse o rabinho de cavalo do Steven Segal.

Durante o jogo, os dois personagens, Sallen e Rios, têm várias discussões sobre o que fazer e o que deve ser feito. Um deles, Sallen, é o mais "foda-se, quero dinheiro". Enquanto Rios, tem princípios e é uma espécie de paladino da igreja evangélica. "Eu salvo sua vida, mas quero seu dinheiro". Esses diálogos são muito engraçados e no meio de combates tão fodas, que muitas vezes não conseguia prestar atenção. Mas, na maioria das vezes, achava hilário. Tem um momento em que os dois estão levando chumbo grosso de todo o exército chinês, e, de repente, Sallen começa a negociar uma missão a mais, para ganharem uma graninha extra. Caralho, é muito engraçado, tu chega a ficar pau porque já estão no meio de uma situação dificílima e o canalha ainda arruma mais uma coisa para se fazer. Com isso, Rios fica puto e começa a reclamar. A reclamação não pára e o tiroteio não pára e tudo fica muito caótico e engraçado.

Não vou nem entrar no quesito de gráficos e jogabilidade, que são incríveis. Tem uns bugs pequenos de movimentação e de sombras, mas nada que atrapalhe o jogo. Muito Bom, eu indico.
Alguém aí já jogou?

Dá uma olhadinha nas postagens antigas sobre o jogo aqui

Até

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Gears of War 2 - Issa!

O pessoal da Microsoft está mandando bem na proteção das informações do mais novo jogo da Epic Games; datado para Novembro ainda deste ano o tão adorado e premiado Gears of War vem em seu segundo título para elevar ainda mais a fama do 360 quanto à gráficos e visuais. Pouca coisa saiu para nós, meros nerds mortais com apenas alguns d10 de vida, mas já podemos ver o poder da Epic...


Durante sua conferência na GDC 2008, a Epic Games soltou algumas informações sobre o lançamento de Gears of War 2. Infelizmente, nada muito aprofundado foi dito:

Lançamento oficializado para novembro de 2008.
Mantém a exclusividade para Xbox 360.
Continua a história de Marcus Fenix e a Delta Squad, com gráficos ainda melhores e ação mais intensa do que antes.
Cliff Bleszinski, da Epic, revelou ao final da conferência que "Gears 2 será maior, melhor e muito mais 'intimidador' que o primeiro".
A Unreal 3 será a engine utilizada no game, com novas características (cenários destrutíveis, qualidade superior na água e melhor nível de detalhamento e sombreamento) que possivelmente serão exploradas em Gears 2.

Dá uma olhada nos vídeos apresentados na conferência…


Ainda na onda de multiplayer posto também um videozinho do primeiro Gears pra quem não conhece. Jogado na Live, Sniper player... Grande, mas maneríssimo =)

terça-feira, 15 de abril de 2008

NHL 08 - Vale a pena?

Não sei se algum dos Nerds trozobudos é chegado a jogos de esporte. Creio que não, eu não sou! Mas venho humildemente evidenciar um NHL que me chamou atenção pelo gráfico real e jogabilidade interessante.
Desenvolvido pela EA Canada, o NHL 08 lançado em Setembro de 2007 motivou os fãs da série exatamente por essas vantagens. Que tornam o 2008 o mais real jogo de Hóquei no gelo desde o tempo em que vovô jogava Halo, aliás, Pong...

As novidades são:
Novas skills de dribles
I.A dinâmica e eficiente
Sistema de jogadas personalizadas (faça os movimentos no modo de treinamento e os leve para in game)
Mecanismo de patinação analógico (rapidez de acordo com o movimento do stick)
dentre outras básicas que foram aprimoradas.
(xbox.com/pt-BR/games/n/nhl08)

Acredito que seja divertido pela sua jogabilidade e aparência.
Dêem uma checada no material da E.A Games...

domingo, 6 de abril de 2008

Final Fantasy VII Crisis Core


Gostar de certo jogo é uma coisa. Ser fã incondicional é outra completamente diferente. E claro, cada franquia tem os fãs que merece e por sua vez, dependendo da ligação entre ambos, a união acaba rendendo bons frutos. É impressionante ver que existem amantes da série Final Fantasy como um todo, mas que paralelamente existem também uma grande quantidade de pessoas que apreciam de forma bastante especial um episódio em particular, o sétimo capítulo da saga, neste exemplo. E felizmente para estes, a Square-Enix sabe muito bem disso. Final Fantasy VII está comemorando 10 anos de existência e durante este tempo, milhares de pessoas mostraram o seu verdadeiro amor pelos personagens da série, clamando por mais e mais até que seus pedidos, dos mais sigilosos e silenciosos às cartas e ameaças de bomba, foram aos poucos sendo atendidas nos últimos anos.

É curioso saber que tanta gente simplesmente adora aquele game de 1997 (Japão), mesmo possuindo muitos aspectos sem explicação em sua história. Mesmo assim, outros fatores contribuíram bastante para que o título chamasse tanta atenção pelo mundo. O principal deles foi a revolução técnica causada na época, sendo o primeiro da série a utilizar modelos totalmente em 3D e seqüências de animação em CG de tirar o fôlego. Tudo isso serviu para criar um universo cheio de vida com personagens realmente carismáticos a ponto de tornarem-se verdadeiros ícones para a empresa, como foi o caso da dupla Cloud e Sephiroth.

Tanto sucesso só serviu para que este game em especial ganhasse um destaque na mídia muito maior do que qualquer outro jogo da série de RPG da gigante japonesa, permitindo que fosse viável atender a demanda por mais material sobre o game. Sendo assim, a empresa passou a investir nesse episódio em especial com Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII (PlayStation 2) e Before Crisis: Final Fantasy VII (celulares). Infelizmente, ambos os títulos tiveram aceitação um pouco duvidosa no mercado, seja por conta da jogabilidade ruim de um ou pela limitação em relação a plataforma lançada no outro. Tivemos também o filme Final Fantasy VII Advent Children que veio com a premissa de saciar a sede por mais aventuras da trupe de heróis, mas que no fim das contas acabou enchendo a cabeça dos fãs com mais perguntas sem resposta.


Até então, a explicação para alguns fatos na série continuavam sem uma resposta mais convincente. Quem era Cloud exatamente? Qual a sua ligação com Sephiroth? Como surgiu exatamente o projeto Jenova? O que motivou Sephiroth a tornar-se um verdadeiro monstro cujo objetivo era tomar todo o planeta para si? Muitas dúvidas, poucas respostas. Isso porque nem citamos acontecimentos presentes no filme, que acabou dando um verdadeiro nó na cabeça de quem gostaria de ver estes e muitos outros buracos na história tapados.

Felizmente, para alegria dos fãs do First Class Soldier, a Square-Enix resolveu fechar com chave de ouro o ciclo de jogos que vem acompanhando a franquia. Crisis Core: Final Fantasy VII vem não só com o objetivo de se aprofundar em alguns personagens considerados secundários na série como também acaba explicando muitas das dúvidas que povoavam nossas mentes. É claro que algumas coisas permanecem sem uma explicação mais concreta, porém o game acabou oferecendo subsídios suficientes para que nós possamos tirar nossas próprias conclusões, oferecendo material para a discussão de teorias sobre certas coisas, dando o gás que os fãs tanto queriam.

Antes de tudo é preciso deixar uma coisa bem clara: Crisis Core: Final Fantasy VII é um jogo de ação com vários elementos de RPG e não o contrário. Isso significa que temos em mãos uma mecânica bem diferente daquela apresentada no título original. Acreditamos que ela tenha realmente caído como uma luva em sua premissa, então é necessário ter isso em mente antes de tirar alguma conclusão precipitada. Outra coisa importante é que aqui controlamos somente um único personagem, Zack. Para quem não lembra, em dado momento de Final Fantasy VII, Cloud confessa que nunca foi um Soldier e na verdade acabou assumindo a personalidade de outra pessoa, no caso o próprio Zack. Em Crisis Core, o jogador poderá entender como isso aconteceu e sob quais circunstâncias os dois personagens se conheceram. Também poderá acompanhar um pouco da vida do memorável Sephiroth, entendendo inclusive suas motivações e o que levou este grande guerreiro, reconhecido por muitos como um herói, a tornar-se um dos vilões mais odiados da história dos videogames.


A história do game antecede a de Final Fantasy VII. Como comentamos antes, o jogador encarna Zack, um Soldier de segunda classe. Os Soldiers são na verdade uma força de elite da Shinra, empresa que explora os recursos do planeta na produção de energia elétrica, além de abrigar Midgar, a cidade mais importante e mais avançada tecnologicamente existente. A vida de Zack é motivada por seu sonho de se tornar um herói, ''cargo'' ocupado hoje por Sephiroth, poderoso Soldier de primeira classe. No início o jogador vai se ver envolvido na guerra entre a Shinra e a Wutai, nação cuja influência oriental é bastante visível. Ambas as cidades estão em conflito por um bom tempo e daí surge a sua chance de tornar-se finalmente um Soldier de primeira classe. Alguns acontecimentos, no entanto, acabam apontando para a deserção de vários Soldiers, o que acaba gerando uma grande crise dentro da empresa. Obviamente o motivo para a desistência de tão valorosos soldados é mais obscuro do que se possa imaginar e é aí que a coisa toda começa.


Infelizmente, qualquer detalhe que dermos sobre a história será um tremendo spoiler já que a conseqüência dos mais pequenos acontecimentos será rapidamente identificada pelos fãs do game original. Alguém lembra o nome do bar de Tifa e Barret, sede da Avalanche? E que tal a cor dos olhos de Cloud? A fome de Yuffie por Materias? Pois é, coisas pequenas que possuem explicações interessantíssimas e bastante críveis, tornando o universo do game ainda mais profundo. Apesar de não revelarmos nada, confessamos que jogar Crisis Core foi uma experiência realmente única e o que é melhor, é um jogo que pode ser apreciado tanto por quem não conhece nada da série quanto por aqueles que já fazem parte da legião de fãs de Final Fantasy VII. E não precisa nem dizer que estes serão os mais beneficiados, encontrando referências sobre o game original em inúmeros lugares. A história é excelente e realmente imperdível, além de bem amarrada e com um andamento bastante direto e sem enrolação.


Para quem chegou agora e ficou boiando sobre essa coisa de "Materia", vamos tentar esclarecer rapidamente. Segundo a mitologia de Final Fantasy VII, o mundo inteiro é regido por uma força viva chamada Lifestream, que percorre as veias do planeta. Acredita-se que quando uma pessoa morre, seu espírito retorna para o leito da Terra, levando consigo toda a sua história e seus conhecimentos. A Materia nada mais é do que fragmentos de Lifestream cristalizados e que tem a capacidade de dar habilidades, sejam elas físicas, mentais ou mágicas, a quem a usar. Desta forma, uma pessoa que nunca teve contato com qualquer tipo de arte arcana torna-se apta a fazer uso das mais variadas evocações, além de poder conjurar feitiços poderosíssimos, sejam eles de cura ou de ataque. Também existem Materias que adicionam habilidades especiais a seus usuários, além de modificações físicas. Bem, voltemos à nossa programação normal.


A jogabilidade de Crisis Core: Final Fantasy VII é realmente excelente. Como comentamos antes, a primeira impressão é de que o sistema caiu como uma luva para a premissa do game. As batalhas são completamente em tempo real onde o personagem é controlado através do direcional digital ou analógico. As ações principais são executadas através do botão X enquanto o Quadrado cuida da esquiva e o Triângulo da defesa. O jogador pode tanto golpear normalmente quanto executar operações especiais como usar uma Materia ou item. Para tal é necessário mudar para o slot desejado através dos botões L e R. Como este menu é totalmente customizável, com exceção do primeiro e último slot para ataque normal e uso de itens, respectivamente, o jogador tem em mãos uma ótima ferramenta na hora de organizar seus ataques.



O uso de magias depende de sua MP, assim como no original. A novidade fica por conta do AP, atributo necessário para a execução de Support Materias e ações de evasão como a esquiva e a defesa. Caso seus pontos de AP cheguem ao fim, o jogador fica impossibilitado de executar qualquer uma destas ações, portanto é necessário ficar de olho e esquivar e defender o mínimo possível. O game conta com uma mira automática que trava sempre no adversário mais próximo. Ela muda de forma dinâmica e não atrapalha em nada durante as batalhas, muito pelo contrário. Ela sempre alterna para onde precisamos, bastando para isso movimentar o personagem até que ela fique na posição desejada.



O fato dos movimentos de Zack serem completamente livres durante as batalhas proporciona lutas realmente cheias de ação. É possível desviar de ataques adversários correndo, além de procurar as costas dos mesmos, executando assim ataques críticos. Nem mesmo adversários maiores causam grandes problemas técnicos durante as batalhas, já que a câmera oferece sempre um ângulo de visão privilegiado do campo de batalha, ficando um pouco mais afastada para que nenhum inimigo fique fora de vista. Apesar disso é necessário ficar atento ao raio de ação de algumas de suas habilidades. Certas magias, por exemplo, quando disparadas perdem sua força com o deslocamento. Algumas outras exigem que o adversário fique parado até que seja atingido e tudo isso deve ser levado em conta na hora de batalhar.



A quantidade de Materias é bem interessante, resgatando características únicas vindas de Final Fantasy VII. A evolução das mesmas também está presente, além de termos à nossa disposição um novíssimo sistema de fusão entre elas. O sistema só fica disponível após um dado acontecimento no game e vai se expandindo à medida que o jogador conclui algumas missões (falaremos delas a seguir). É possível combinar não só matérias entre si, como também alguns itens especiais oferecendo assim uma gama de possibilidades bastante elevada. A coisa funciona de tal forma que algumas Materias só podem ser conseguidas através de alguma fusão específica, exigindo que o jogador faça o maior número possível de experiências. Garantimos que o resultado de algumas fusões é bastante satisfatório a ponto de facilitar muito as coisas dentro do game.



A grande novidade no game fica por conta do Digital Mind Wave, ou DMW para os íntimos. Seu funcionamento é bastante peculiar e criativo, acrescentando uma dose de situações bem inusitadas durante as batalhas. Digamos que ele funciona reunindo as principais emoções e memórias de Zack, dando-lhe forças nas horas mais difíceis. É através do DMW que são usados os Limit Breaks, atques especiais que geralmente garantem vantagens imperdíveis a seu personagem ou causam grandes quantidades de dano no inimigo. O sistema funciona da seguinte forma: durante o game, algumas emoções e memórias são adicionadas ao DMW. Cada uma é representada pelo avatar da pessoa ou criatura relacionada àquela memória. A medida que o DMW é atualizado, a chance de que o Limit Break relacionado a certa memória seja executado aumenta. Existem também Materias que auxiliam aumentando a porcentagem de chance de que tal Limit seja executado.



O DMW parece bastante com um Slot Machine (Caça-Níqueis), aquelas máquinas de cassino onde o jogador puxa uma manivela e três bobinas (ou mais) com figuras começam a rodar. No jogo são usadas três figuras, e conforme a combinação o jogador acaba ganhando ou não alguma coisa, dependendo mais de sua sorte do que de qualquer outro fator. Os slots do DMW possuem um número que vão de 1 a 7 e cada combinação possui o seu significado. Caso o resultado seja 333, o personagem ganha por 15 segundos o status de Magic Guard enquanto 111 garante invencibilidade pelo mesmo tempo. Para que um Limit seja iniciado, é necessário que três avatares iguais se alinhem.


Porém, o DMW não serve somente para a execução de Limits. O jogador só sobe de nível caso o contador mostre 777. Obviamente, não é tão difícil de conseguir a tal pontuação ou então seria impossível subir de nível. E ainda é possível avançar um nível agora e outro duas batalhas depois. Tudo, novamente, depende da sua sorte. O sistema de nível das Materias também segue o mesmo princípio bastando porém que dois números quaisquer formem um par. Por exemplo, se o DMW parar em 33X, uma de suas Materias sobe de nível. A terceira função do DMW é executar os Summons encontrados no jogo. Eles também são acionados por sorte e são um pouco mais difíceis de se conseguir do que os Limits. Primeiro o contador precisa mudar automaticamente mostrando os avatares dos Summons. Por último, é necessário que o avatar de um "summon" apareça três vezes na tela. Toda a dificuldade tem o seu porquê: as criaturas evocadas em Crisis Core possuem um poder de ataque bastante elevado, e a sua aparição garante uma quantidade bem grande de dano ao inimigo.



A durabilidade de Crisis Core depende única e exclusivamente do quanto o jogador pretende explorar o game. Caso o seu objetivo seja acompanhar somente a história e ir direto ao ponto, então espere uma duração de 15 a 20 horas. Agora, se você pretende extrair até a última gota do seu amado título, então pode acrescentar mais e mais horas a isso. Além da opção de New Game + para aqueles que já terminaram curtirem a aventura mais calmamente (com todos os status garantindo na primeira aventura), o game possui inúmeras missões extras e algumas escondidas, com gratificações realmente imperdíveis. As missões podem ser feitas através de qualquer Save Point do game, seja ele nos arredores de uma cidade ou momentos antes de enfrentar um Boss. A escolha pode parecer estranha, mas foi bem acertada já que não podemos sair no mapa mundi e evoluir nosso personagem normalmente como no Final Fantasy VII original. Desta forma, as missões acabam se tornando uma ferramenta extremamente útil, não só na aquisição de itens exclusivos como também na hora de conseguir algumas informações extras sobre a história do game ou simplesmente para deixar seu personagem e Materias mais fortes.



E falando em Save Points, eles com certeza foram muito bem distribuídos pela Square-Enix. É muito difícil passar por alguma situação chata pela falta de save points. A grande maioria está localizada em pontos bastante estratégicos, além de existirem em abundância. O sistema de compra de itens também é bem diferente do que estamos acostumados. O personagem pode simplesmente entrar no menu, acessar a opção Shop e comprar os itens de que precisa. Simples e rápido, como um jogo de portátil deve realmente ser. Ainda existe a chance de conseguir itens normais como Potions (recupera HP) e Ethers (recupera MP) derrotando inimigos durante as missões ou ao longo da história, mas é bem cômodo acessar o menu e se preparar rapidamente para uma batalha contra um Boss. Inicialmente só um Shop está disponível, vendendo os equipamentos mais simples do mundo, porém através da conclusão de algumas missões, o jogador passa a ter acesso a novas lojas, comprando assim itens cada vez mais úteis e até exclusivos.


Em suma, Crisis Core: Final Fantasy VII é um game quase impecável em sua proposta, já que podemos apontar alguns pequenos deslizes. O primeiro diz respeito à câmera do jogo que não atrapalha nas lutas, mas poderia ser melhor durante a exploração dos cenários. Por muitas vezes é necessário mover um pouco o personagem para que ela não fique ''presa'' em alguma parede. Não é um problema gravíssimo, longe disso, mas é algo que pode sim desagradar algumas pessoas. O outro problema é relacionado às várias cutscenes do game, principalmente às ligadas aos Limit Breaks. Embora as seqüencias de animação pré-renderizadas possam ser puladas, as cutscenes em tempo real não podem, obrigando o jogador a acompanhar a mesma animação por várias e várias vezes. Depois de um tempo, levando em conta a demora e a alta incidência dos Limit Breaks em meados do jogo, por exemplo, elas ficam um pouco sacais.



Graficamente, Crisis Core é um show e com certeza leva o Sony PSP aos seus limites. A Square-Enix usou um recurso onde a transição animações pré-renderizadas e cutscenes em tempo real é bastante sutil. O resultado é bizarramente bonito, principalmente se levarmos em conta a plataforma no qual o jogo está rodando. Todas as Summons possuem sua própria animação e todas são bem extensas. Outros vídeos também são mostrados durante o game, dando uma profundidade sem igual à história, algumas passando dos seis minutos de duração facilmente - todos com qualidade de animação e concepção irretocáveis. A variação de cenários também é interessante, apesar do uso de ''cenários modulares'' nas Missões. Imagine uma área grande, com vários cômodos, mas só alguns acessíveis. Foi a solução usada para adicionar um pouco de variedade às missões, e até que funciona muito bem.



Artisticamente o game alcançou um patamar invejável para a maioria dos jogos disponíveis no portátil da Sony. O Character Design ficou por conta de Tetsuya Nomura, mais conhecido pela série Kingdom Hearts. De fato a semelhança é incrível e Zack realmente parece ter saído do reino de Sora, assim como Sephiroth. O cantor japonês Gackt cedeu mais uma vez sua imagem e voz na concepção do personagem Genesis e sua atuação no jogo foi realmente excelente. Apesar dos traços mais suaves, todos os personagens se encaixam no universo de Final Fantasy de forma realmente sublime e encantam o jogador com seu carisma, ponto forte do game. Espere então até ver Aerith e Tifa...



O som segue o seu caminho, com composições musicais de tirar o chapéu, contando com regravações de alguns clássicos de Final Fantasy VII, a maioria apresentada agora em forma orquestrada. O tema de Nibelhein e de luta contra Bosses são exemplos de como a coisa toda ficou boa. Isso porque nem citamos a nova versão de One Winged Angel, tema do maligno Sephiroth. Quem é fã vai chorar de alegria e quem não conhecia nada da série com certeza vai se maravilhar com a qualidade presente. Para encerrar com chave de ouro, some a tudo isso um ótimo conjunto de dublagens, presentes nos mais importantes diálogos.







Crisis Core: Final Fantasy VII pode ser considerado obrigatório para todos aqueles que são fãs de Final Fantasy VII. O título encerra (ou seria "inicia"?) a saga com chave de ouro, explicando aquilo que até então permanecia um mistério para os fãs do título original. A trama é bem amarrada e sana a maioria de nossas dúvidas em relação à origem de Cloud, sua ligação com as células Jenova e o que fez Sephiroth tornar-se um vilão tão implacável quanto querido. O ponto forte no entanto é o desenvolvimento de Zack na história, que acabou mostrando como este singelo Soldier influenciou em uma das mais inesquecíveis tramas já criadas pela Square-Enix. Some isso a gráficos de primeira linha, jogabilidade excelente e som de primeira, incluindo novas versões de alguns clássicos como o tema de luta ou a célebre One Wing Angel. Uma boa surpresa para quem não conhece o original e um verdadeiro masterpiece para quem é fã.

Fonte: FinalBoss



segunda-feira, 31 de março de 2008

GTA IV (ou IIII), em abril nas banquinhas do Barba Negra


Falem seus Nerds! Tá previsto para o dia 29 de Abril o lançamento do "GTA IV", isso no Xbox 360 e Ps3! O jogo é o mais esperado de todos da franquia. A empresa garante que, os jogos para o 360 e o PS3 serão idênticos (Imagina a trabalheira que os caras não tiveram, para deixar um jogo de Ps3 subir ao patamar do 360, isso é que é trabalho!).


Olha que foda, a partir de Agosto a Rockstar vai disponibilizar no XBox Live, ou seja, somente para 360, duas expansões com pelo menos mais 10 horas de jogo cada. "Outras novidades o jogo traz"(diz_Yoda), "porrexemplo", as músicas que você gostar das rádios de Liberty City poderão ser marcadas, com o celular de Niko Bellic(o protagonista da bagaça), e se quiser poderá compra-las na Amazon.com através do Rockstar Social Club.



Esse jogo promete, mas como toda a expectativa é exagerada será que vai agradar?

Fonte: G1 / Gamepro
Até

sábado, 22 de março de 2008

Star Wars - The Force Unleashed






Com lançamento marcado para o terceiro trimestre, para todas as plataformas, SWFU conta a história de um aprendiz secreto de Darth Vader que segundo o vídeo abaixo demonstra tem um controle absurdo da força.


O jogo se passa entre os episódios III e IV quando Vader envia seu poderoso aprendiz para caçar os Jedis remanescentes, e segundo a própria Lucasfilms esse jogo vai esclarecer alguns pontos entre o terceiro e o quarto filme e trazer novas revelações do universo Star Wars.

Um dos grandes atrativos do jogo é que além de o jogador controlar um Sith (que em todos os jogos de Star Wars sempre tiveram as habilidades mais maneiras além de possuírem o sabre de luz vermelho que na minha opinião é o mais foda de todos) ele terá em mãos aquilo que sempre se esperou de um jogo de Star Wars, o controle de um personagem incrivelmente poderoso que usa a força para um único propósito Destruir.

E pra concluir, segundo o video abaixo ele deixa até o Mestre Yoda no chinelo em relação ao uso da força.

"You have done well my apprentice"











quarta-feira, 19 de março de 2008

Humano ou Cavalo

Muitos sites oferecem uma proteção para saber se o usuário que acessa é uma máquina ou uma pessoa, mas nenhum deles prevê este cenário de equinos tomando o controle.

Por isso o NTs, usando um avançado algorítimo chamado José, criou a mais nova ferramenta de segurança para a web:




*se você está tendo dificuldades: siga os passos pressionando a figura que melhor representa seu status como ser vivo.

terça-feira, 18 de março de 2008

Mario Super Realístico

[Auto-explicativo]
Assustador, horripilante, aterrorizante e bem feito:

Agora imagine ele doidão de cogumelo...

autor: pixeloo