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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Guilda passa 18 horas tentando matar um boss em FF XI


Uma guilda do jogo Final Fantasy XI passou 18 horas tentando matar um boss, e não conseguiu matar o boss.
A guilda, Beyond The Limitation, teve todo o trabalho de se preparar, montou a estratégia pra matar o boss Pandemonium Warden, considerado o mais difícil do jogo. Dezoito horas depois a guilda desistiu da empreitada.

Porque a guilda desistiu??

" Algumas pessoas já estavam passando mal. E então nós decidimos terminar por ali antes que aquilo se tornasse uma história horrível sobre como vídeo games destroem as vidas das pessoas. Nenhum de nós duvida que o Pandemonium Warden pode ser morto. Mas nós estamos nos perguntando se a equipe de desenvolvimento acha que isso pode ser feito por seres humanos?"

Po realmente passar 18 horas só pra matar um chefe é um pouco de mais, isso já deixa de ser divertido, até mesmo pra um Final Fantasy.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Autor diz que prevalecem na web linguagem pobre e "recreações adolescentes"



Caros nerds venho através desse post instigar um debate saudável e para fazer a alegria de um dos membros do nosso ilustre blog, lotar a caixa de comentários!! (heheheheh).


Gostaria que cada um perdesse 3 minutinhos para ler a materia retirada do site da Folha de São Paulo e desse a sua opinião sobre as declarações do autor do livro que ataca a nossa geração com algum embasamento.



O ataque começa já no título. É a "geração mais estúpida", anuncia "The Dumbest Generation" (Tarcher, 272 págs.), lançado nos EUA há duas semanas, em referência a quem nasceu em algum momento das últimas três décadas.

A razão para tal epíteto, ainda mais controversa, é explicitada no subtítulo: "Como a era digital embasbaca os jovens americanos e põe em risco nosso futuro. Ou, nunca confie em ninguém com menos de 30".

Às já bastante vilanizadas telas de TV e de videogames o autor Mark Bauerlein junta as telas de computadores e de celulares como as responsáveis por jovens "superficiais", incapazes de lembrar (e de dar importância a) fatos históricos.
"Eles praticamente não lêem. Com toda a informação disponível on-line, como nunca antes na história, eles preferem dedicar uma quantidade inacreditável de tempo a vasculhar vidas alheias e a expor as suas próprias em redes de relacionamento como o Facebook e o MySpace", diz Bauerlein, 49, à Folha, por telefone, de Atlanta, onde dá aulas de inglês na Universidade de Emory.

Bauerlein, ex-diretor de pesquisa e análise da Fundação para as Artes nos EUA, acredita que o excesso de informações a que as crianças e os adolescentes têm acesso na rede faz com que eles percam a capacidade de diferenciar "o significativo do insignificante" e, com isso, de embasar argumentos.

"Nossa memória cultural está morrendo", diz o autor. É uma opinião similar à do filósofo italiano Umberto Eco, que, em entrevista ao jornal espanhol "El País" (reproduzida no último dia 11 no caderno Mais!), afirmou que "a abundância de informações sobre o presente não permite refletir sobre o passado".

"Recreações adolescentes"

"The Dumbest Generation" se levanta contra as "vozes pró-tecnologia" que defendem que a navegação na internet seja benéfica à cognição. "A realidade das práticas na web", escreve Bauerlein, "é só o que poderíamos esperar: expressões adolescentes e recreações adolescentes".

O que ele enxerga como uma dificuldade de absorção de informações entre os jovens resultaria também da leitura não-linear que os sites estimulam. No livro, Bauerlein fundamenta tal opinião com estudos do instituto de pesquisas Nielsen, segundo os quais os usuários mais "escaneiam" com os olhos do que propriamente lêem as páginas à sua frente.

"Além disso, sabe-se que, na internet, quanto mais simples a linguagem, mais os leitores acessam as páginas. O que os jovens lêem na rede não lhes acrescenta nada em termos de gramática nem de capacidade de elaborar textos", diz.

Reações

Nos últimos dias, Bauerlein vem passando mais tempo que de costume em frente ao computador, para responder, um por um, aos e-mails "raivosos" que têm abarrotado a caixa de entrada do seu Outlook.

"Li recentemente um artigo no jornal "Boston Globe" sobre seu último livro e escrevo para lhe dizer que você é um imbecil. Você deve saber disso. Ninguém que escreva um livro inteiro baseado na idéia de que uma geração esteja se tornando idiota por causa da tecnologia pode ter noção da realidade."

A experiência de ignorar os adjetivos e discutir as "questões substantivas" com os alvos de sua tese não tem surtido muito efeito. O autor aprova o debate mesmo assim. "É sinal de que os jovens se importam, de que têm valores a defender."

O diálogo que a internet permite rendeu também páginas de comentários de leitores em sites como o da revista americana "Newsweek". No último fim de semana, a publicação esquentou o debate ao lembrar que os mais velhos têm o costume de lamentar a ignorância dos mais novos ao menos desde os tempos em que, na Grécia Antiga, "os admiradores de Sófocles e Ésquilo questionaram a popularidade de Aristófanes".

As críticas mais freqüentes ao livro de Bauerlein citam os testes de Quociente de Inteligência. Desde o começo século 20, o QI de crianças e adolescentes aumenta a cada geração. O conceito de "estúpido" de Bauerlein, afirma a "Newsweek", não faz sentido se forem levados em conta aspectos como a habilidade de pensar criticamente e de fazer analogias.

"Eles [os críticos] não entenderam o ponto central da discussão", defende-se o autor, renegando o viés anacrônico do debate. "[A discussão] não é sobre as ferramentas da internet em si, mas sobre seu uso. Quando um cientista diz que a tecnologia desafia as mentes e torna as pessoas mais espertas, ele está falando do MySpace? Ele sabe que os adolescentes passam muito mais horas em redes sociais do que estudando?"

Aos detratores Bauerlein costuma responder com dados oficiais, de órgãos como o Departamento de Educação americano e o Census Bureau.

Em sites, em resposta aos críticos, despeja uma porção de números da realidade norte-americana, às vezes aleatoriamente: uma pesquisa de 2006 contabilizou nove horas semanais de adolescentes conectados a redes sociais; outra constatou que 55% deles dedicam menos de uma hora semanal aos estudos em casa; uma terceira dá conta de que apenas 6% dos estudantes são considerados "muito bem preparados para a escrita"...Quanto ao "estúpido" do título, esclarece Bauerlein, é pura provocação. "Eu sou professor. Sei que são discussões como essa que fazem os jovens pensarem..."


May the Force be with you!

Será que somos realmente?

Pesquisando um pouco sobre a palavra em si e ações agregadas percebi que nós, aqui reunidos com um objetivo comum, não somos de verdade tão... Nerds... Vide o ser logo abaixo:
Nossa querida Wikipedia descreve como uma pessoa que exerce intensas atividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais sociais ou populares em seu grupo. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de atividades físicas e considerado um solitário.
Somos pessoas com dificuldades de integração social e atrapalhadas que, no entanto, nutrimos grande fascínio por conhecimento ou tecnologia.

Expressão é utilizada desde o final da década de 1950 no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Também há uma versão na qual a palavra derivaria de Northern Electric Research and Development (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da companhia Northern Electric do Canadá, hoje Nortel), ou seja, atribuída àqueles indivíduos que trabalhavam no laboratório de tecnologia, que eram dados a passar noites em claro nas suas pesquisas. Na década de 1960 difundiu-se a sua conotação pejorativa, aplicado a pessoas com inteligência geralmente acima da média, com alguma dificuldade em se relacionar socialmente, e que não obedece aos padrões, principalmente físicos e intelectuais, da sociedade tornando-se uma pessoa marginalizada, tímida e solitária. Triste, não?


Atualmente no entanto o termo nerd vem sendo usado por determinados grupos relacionados a interesses específicos como forma de se identificarem (opa, aí que entra os trozobudos).


Há muitos 'sub-grupos' de nerds. Dentre eles, pode-se destacar:



Geeks que são aqueles cujo interesse volta-se especialmente para a tecnologia, ciência e informática;



Gamers, são os jogadores compulsivos de video games; RPGistas, são os participantes de Role playing games (RPG), normalmente medievais;



Fanbase, ou também Fandom, é um grupo caracterizado por ser fã de uma obra, ou conjunto de obras específicas.



Trekkers, ou Trekkie, é como são denominados os fãs de Star Trek;



Otakus, são os aficionados por animes, mangás e cultura japonesa;



Dentre outros...
Fan fiction Fanon (fiction), Fanposter, Harry Potter fandom, Science fiction fandom, Shipping, Songvid, Star Wars fandom, Tolkien fandom, Trekdom Battlestar Galactica...


Se quiserem saber mais, sigam o espírito nerd e pesquisem mais...


Façam um pequeno teste e nos exponha seu resultado: http://www.osvigaristas.com.br/testes/nerd/

sexta-feira, 28 de março de 2008

O Último Guerreiro Estelar





Agora, exatas 01:33 da manhã, depois de algumas cervejas e cigarros, papos de filosofia e mulheres(sim nerds filosofam e falam de mulheres), me vejo assistindo a um filme que marcou muito minha infância, ajudando a definir meu lado nerd.
'O Último Guerreiro Estelar' um filme de 1984 conta a historia de um Nerd em uma pequena cidade no interior dos EUA que joga um Arcade de mesmo nome e que durante uma noite de verão jogando no fliper e batendo um recorde de mais de 1.000.000 de pontos o qual acordou todo o vilarejo para ver tal feito e recebeu um beijo se sua namorada muito gostosa(nerds tb namoram mulheres gostosas), é recrutado para lutar uma batalha inter-estelar (sonho de todo nerd Star-Trek ou Guerra nas Estrelas) com o intuito de defender o universo das forças do mal.
Para todos aqueles que não conhecem apresento-lhes O Último Guerreiro Estelar!!!













quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Boas Vindas ao velho novo.




Alo, Alo Nerds de outrora e de hoje, soa forçado meu texto mas em razão de humildade e felicidade que destoa-se essa homenagem. Oficializamos mais um Nerd em nossa pequena porém gigante equipe, soem as trombetas, ouricem os peitinhos, encha-se o copo que eu TERMINO O TEXTO EM MAIÚSCULAS PARA VALORIZAR EM GRANDEZA NOSSO NOVO MEMBRO.

Seja bem-vindo Nerd 05.

Senhoras e Senhores, Sr. Solano.



quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O Verdadeiro Rico Excêntrico

Poucos sabem, mas dois integrantes do blog tem um patologia rara denominada Sindrome da Esquizofrenia Compartilhada no qual dois indivíduos dividem uma mesma personalidade extra, tal personalidade responde pelo nome de Rico Excêntrico.
Agora eu apresento a vocês a pessoa que foi um dos principas responsaveis pelo nascimento dessa figura ilustre que convive entre nós.






Never Doubt the Magic of Software!!


sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Nerds, Geeks, etc

Descobri hoje que um tal de Scott Johnson (ExtraLife) fez um poster rotulando 56 tipos diferentes de geeks. Para quem não sabe o que é um geek: é (quase) a mesma coisa que um nerd. Se você ainda não sabe do que se trata então PASSAR BEM... pois não vai entender o poster mesmo.

O poster completo inclusive com detalhes para cada geek: tá no flickr.